Resenha: Eleanor & Park

Se tem uma coisa que eu amo muito, é ler. E nesse ano li pouco; menos do que gostaria, mas mais do que li em 2013. Assim, li muita coisa, mas muito foi voltado para o TCC da faculdade, então não contei com essas “leituras à la carte”. O que quero dizer é que amo a leitura descompromissada; a não ser que o compromisso desta seja muitíssimo interessante. Sendo uó, pode esquecer, porque pra mim leitura é sinônimo de diversão.

Bem, mas entre os livros que li neste ano está Eleanor & Park. Um livro fofíssimo de 325 páginas divididas em muitos capítulos de uma história contada dos pontos de vista de dois adolescentes; e não, eles não se chamam Jurema e Benedito.

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É um romance daqueles de encher o coração de lágrimas e os olhos de alegria (eitcha, que virou poetisa!). É o tipo de livro que lhe envolve de tal maneira que faz com que você sinta tudo o que os personagens sentem.

Eleanor é bem deslocada. Ela está longe dos padrões de beleza que a gente vê nas revistas, e sabemos bem – pode admitir, queridinha(o) – o quão estar “fora dos padrões” pode ser perverso principalmente ao se estar na adolescência. Park também é deslocado, mas tem uma situação mais confortável devido ao grupo de amigos que tem e à sua família também, ao meu ver (durante a leitura a gente percebe a diferença nas famílias de Eleanor e na dele, mas cada um com seus problemas).

Lendo, me envolvi com a história dos dois; a forma como começaram a ~discretamente~ conversar no ônibus para a escola, o momento em que eles começaram a se apaixonar, os ciuminhos e as decepções; era como se tornar adolescente e reviver algumas das coisas que também se passaram na minha vida. Quer dizer, a gente até pode crescer, mas a verdade é que vez ou outra agimos como se estivéssemos vivendo as coisas boas e ruins de um teenage dream.

Captura de Tela 2014-08-20 às 11.28.53Depois de devorar as páginas para saber o que acontece com a história dos dois, deu até tristeza -como em todo bom livro – em acabar a leitura. Fiquei curiosa para saber o que aconteceria com eles quando crescessem um pouco mais. Será que a Rainbow Rowell num fazia uma sequência, não? Não: Nem vou falar pra num atrair. Vai que aparece uma sequência bizarra que destrua com todo o amorzinho que criei pelo livro, né? Nunca se sabe. Isola.

Mas taí. Se você quiser uma leitura silly porém envolvente para o recesso de Natal / Ano novo, vale a pena. 

Beijo, Bee.

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4 comentários sobre “Resenha: Eleanor & Park

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